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Estudantes cristãos recebem regras rígidas do governo chinês

Estudante
Estudante

Na China, país onde prevalece a opressão comunista, professores e estudantes não têm permissão para falar sobre sua fé em locais onde são controlados pelo governo. Recentemente, autoridades fecharam um local de encontro de estudantes de uma escola no distrito de Zhoucun, na cidade de Zibo.

Os alunos do Haidu College, em Shandong, também foram advertidos a deixar de participar de reuniões cristãs, de acordo com informações do Bitter Winter, um site de notícias sobre liberdade religiosa e direitos humanos.

Em outubro, alunos do ensino médio de duas escolas na província de Zhejiang foram obrigados a preencher um formulário negando sua fé.

Instruções rígidas

O site relatou também que autoridades municipais de uma cidade na província de Hebei, no norte da China, receberam instruções sobre como lidar com estudantes e professores que expressam suas crenças religiosas. Caso sejam estrangeiros, não têm permissão para pregar ou promover religião.

Além disso, os estudantes locais são proibidos de falar com outros sobre sua religião ou incluí-los em atividades religiosas. Na província de Shandong, leste da China, os estudantes foram informados pelas autoridades escolares a renunciarem à sua fé.

Uma aluna contou à reportagem do site, que se ela mantivesse sua fé cristã, não receberia diploma. Outra estudante de uma universidade de medicina, disse que foi questionada e pressionada a desistir de sua fé. Além disso, disseram-lhe que ela poderia ser chamada para ter uma “conversa sobre ideologia” em breve.

Violência contra as mulheres vira “pandemia global”, segundo a ONU

Violência contra mulher
Violência contra mulher

No dia 25 de novembro foi celebrado o “Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher”. Para conscientizar as pessoas sobre essa realidade, a ONU preparou uma campanha de 16 dias de ativismo que vai ocorrer até o dia 10 de dezembro.

Para a organização, a violência contra a mulher alcançou o nível de “pandemia global” e abrange a agressão sexual, o estupro no contexto de guerra, a mutilação genital feminina e a violência doméstica. De acordo com a pesquisa “Mulheres, empresas e a lei”, realizada pelo Banco Mundial, em 2017, uma em cada três mulheres já foi vítima de alguma violência.

Durante o período dos 16 dias de campanha haverá vários encontros e ações de conscientização sobre a escala massiva e mundial da violência contra elas. Um dos objetivos é colocar fim à cultura do silêncio que impede a quebra do ciclo de atos violentos e abusivos. :: LEIA MAIS »

Terrorismo islâmico provoca fuga em massa de cristãos em Moçambique

Soldados de Moçambique
Soldados de Moçambique. (Foto: AFP)

Jihadistas muçulmanos continuam deixando um rastro de violência em Moçambique. Na última sexta-feira (23), 12 pessoas, incluindo crianças e mulheres, morreram em uma localidade isolada da região norte do país. A onda de violência provocou a fuga de milhares de moradores para a vizinha Tanzânia. A maioria são cristãos que temem ser as próximas vítimas.

Os habitantes do vilarejo de Chicuaia Velha, a poucos quilômetros da fronteira tanzaniana, relatam que durante a invasão, seus parentes foram assassinados com golpes de machado ou dentro de suas casas incendiadas pelos islâmicos.

“Aconteceu um ataque contra um vilarejo do distrito de Nangane, em uma zona onde as forças de segurança não fazem patrulha. Os agressores mataram 12 pessoas”, confirmou uma fonte policial da província de Cabo Delgado à Agência France Press.

Um policial que coordena as operações contra os extremistas diz que eles “Usam estratégias de guerrilha atacando quase simultaneamente várias localidades distantes. Então é difícil controlar a situação”.

Há cerca de um ano, grupos islâmicos que defendem a aplicação literal do Alcorão, espalham o terror em Cabo Delgado, província do norte do país. Inicialmente foi divulgado que o conflito estava “fora de controle”, algo negado pelo governo. :: LEIA MAIS »

Idoso de 99 anos se entrega a Jesus, após ser evangelizado em país comunista

O nome do idoso e o país onde o fato ocorreu não foram revelados por motivos de segurança. (Foto: My Modern Met)
O nome do idoso e o país onde o fato ocorreu não foram revelados por motivos de segurança. (Foto: My Modern Met)

Um idoso de 99 anos que vive em um país comunista (não especificado por motivos de segurança), onde alguns não têm nenhuma concepção do Evangelho, declarou que quer seguir a Jesus, segundo o relato de um pastor e missionário.

Jordan Standridge, pastor de evangelismo da Igreja Bíblica Immanuel em Springfield, Virgínia, escreveu no site ‘The Cripplegate’ na última terça-feira (13) que ele conheceu o homem em questão durante uma viagem missionária a um país comunista na semana passada.

Standridge explicou que a viagem o levou a uma região remota do país, onde as pessoas estavam em grande parte isoladas do mundo exterior.

“Quando entrei na primeira casa e sentei na cadeira para começar, fomos informados pelo pai e pela filha que eles nunca haviam falado com ninguém sobre o Evangelho antes. A filha estava com pouco mais de 70 anos e o pai com 99”, disse o pastor.

“Enquanto conversávamos, parecia que as escamas caíam de seus olhos, quando a percepção de seu próprio pecado enchia seus olhos de lágrimas. Era como falar com o ladrão na cruz. Ele simplesmente pedia a Deus para perdoá-lo pecado e dar-lhe um novo coração “, continuou ele.

Enquanto se despedia daquela família, o pastor se surpreendeu ao ver relato da filha sobre o quão lúcido seu pai ainda era.

“Ao final de nosso tempo juntos, quando eu estava escrevendo alguns versos em sua nova Bíblia e escrevendo seu nome, o tradutor perguntou a sua filha se ela iria ler para ele, ela disse: ‘Ele lê melhor do que eu! Vou ler para mim!’. Era bastante óbvio o quão radiante ele estava por causa das perguntas que ele fez por toda parte”, acrescentou.

Outros desafios em falar com as pessoas na aldeia eram que muitos estavam carentes até mesmo da compreensão mais fundamental para compreender o Evangelho.

“Quando começamos a falar sobre o Evangelho, finalmente cheguei a Jesus. Quando expliquei a eles que Ele era o único mediador para nós entre Deus e os homens, estava começando a perceber que eles não tinham nenhuma pista sobre quem Jesus era”, lembrou Standridge sobre o evangelismo em outras aldeias.

“Perguntamos a eles se eles já haviam ouvido falar de um judeu chamado Jesus antes. Eles não tinham. Enquanto conversávamos, ficou claro que precisávamos voltar ao básico. No final da conversa, percebi que eles nem sabiam o que era um soldado romano ou o que era uma cruz. Foi uma experiência surreal!”, exclamou.

Refletindo sobre as lições que surgiram durante a viagem missionária, o pastor disse que “você pode entregar a sua vida a Jesus até mesmo no seu último suspiro”.

“Não importa quantos anos você tem. Não importa quantas vezes você compartilhou o Evangelho com o membro da sua família. Contanto que eles tenham o fôlego em seus pulmões, eles ainda podem receber um novo coração”, escreveu ele.

“Porque o Evangelho não depende das obras de uma pessoa, mas é um milagre instantâneo de Deus sobre o coração de um pecador, sabemos que qualquer um pode ser salvo a qualquer momento”, finalizou. Fonte: Guiame

Família de missionário morto a flechadas perdoa tribo

John Allen Chau
John Allen Chau indo à ilha North Sentinel. (Foto: Instagram / The Sun)

O missionário norte-americano John Allen Chau, morto a flechadas ao entrar em uma ilha da Índia onde habita uma tribo indígena não alcançada pelo homem, ainda não teve seu corpo resgatado pelas autoridades.

A ilha Sentinela do Norte, no arquipélago de Andamã e Nicobar, é proibida para estrangeiros. Porém, o jovem de 27 anos decidiu levar o evangelho aos nativos.

Em um comunicado publicado no Instagram de Chau, a família afirmou que ele “amava Deus, a vida, ajudar quem precisa e não tinha nada além de amor pelos Sentineleses. Nós perdoamos os responsáveis por sua morte”. Eles também pediram na postagem que as sete pessoas presas por ajudarem o missionário a chegar à ilha sejam soltas.

Seus familiares admitem que o missionário “se aventurou por conta própria e seus contatos locais não precisam ser perseguidos por suas ações”.

Segundo a polícia, o corpo dele foi arrastado pelos indígenas com a ajuda de uma corda presa ao pescoço e abandonado em uma praia. Os pescadores viram o cadáver, mas não conseguiram recuperá-lo. O resgate ainda deva levar alguns dias. :: LEIA MAIS »

Dilma diz que PT vai fazer “aliança até com o Diabo” para combater Bolsonaro

Dilma Rousseff
Dilma Rousseff em Bueno Aires. (Foto: Reuters)

A ex-presidente Dilma Rousseff participou do Fórum do Pensamento Crítico, em Buenos Aires, Argentina, nesta segunda-feira (19). Em um discurso inflamado, repercutido pela rádio Jovem Pan, ela falou sobre a formação de uma frente de oposição liderada pelo Partido dos Trabalhadores.

“Uma frente democrática, que seja a mais ampla possível. Para sermos capaz de fazer todas as alianças necessárias, com todos os segmentos. A gente fará aliança até com o diabo para combatê-los”, insistiu Dilma na cerimônia de abertura do evento que reuniu dirigentes da esquerda de vários países.

Durante seu discurso ela explicou que tais alianças devem ter como base “corações antiliberais e antiautoritarismo” para combater o que chamou de “neofascismo”. Segundo ela, o governo de Bolsonaro é de extrema-direita, que “tem essa característica de querer moderar os neofascistas que agora chegaram ao poder”.

Insistindo no discurso adotado pelo PT desde a derrota de Fernando Haddad, Dilma criticou o fim do programa Mais Médicos, assinado com Cuba durante o seu primeiro mandato. “Isso significa que milhões de brasileiros não terão acesso ao atendimento básico de saúde. E essa sistemática alteração dos direitos vai provocar uma reação popular”, prevê.

Mesmo não tendo sido eleita para o Senado, ela comentou o resultado das urnas, dizendo que seu partido não sofreu, em nível nacional, “uma derrota estratégica”. “Elegemos a maior bancada no Congresso e o maior número de governadores por partido. Eles dizem de forma clara que querem a nossa destruição. É um método fascista. E também querem destruir as conquistas dos movimentos sociais como os Sem Terra (MST) e os Sem Teto (MTST), dois movimentos que tratam de um grande problema do Brasil: a desigualdade”, assegurou.

Assista!

Terroristas islâmicos dizer ser responsáveis por incêndios na Califórnia


Incêndio. Imagem Michael Held

Com uma longa história de incentivo à chamada “jihad incendiária”, partidários do grupo terrorista islâmico Al-Qaeda estão afirmando que são responsáveis pelos incêndios florestais que arrasam Califórnia nas últimas semanas.

“Quando eles questionarem você sobre as montanhas, diga: Allah os espalhará como cinzas”, diz um dos textos divulgados nos canais do grupo extremista citando um trecho do Alcorão. A frase aparece sobre fotos de notícias da destruição pelo fogo.

Para especialistas trata-se de uma tática de propaganda da al-Qaeda, que tentam fazer com que os incêndios mortais no norte e no sul da Califórnia pareçam retribuições pelos bombardeios da coalizão na Síria.

A imagem divulgada online pela Al-Ansar Media faz ligações com o Estado Islâmico, com a promessa: “Ó América, esta é a punição por bombardear os muçulmanos na Síria. Este é o castigo de Allah sobre vocês. Vocês verão mais incêndios! Louvado seja Allah”.

Em uma edição de 2012 da revista oficial da al-Qaeda, Inspire, são abordados os danos causados ??por incêndios florestais na Austrália. Os mentores do grupo também ensinam como os jihadistas devem escolher as condições climáticas ideais para incêndios criminosos, incluindo vegetação seca e ventos fortes, para que haja a maior devastação possível.  “O resultado mais importante é a disseminação do terror entre a comunidade-alvo”, disse o texto da publicação. :: LEIA MAIS »



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