WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


outubro 2018
D S T Q Q S S
« set   nov »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  


:: out/2018

Jornalista da Globo diz que oração por Bolsonaro “causou preocupação”

Miriam Leitão
Miriam Leitão fazendo comentários na Globo. (Foto: Reprodução / Globo)

Logo após o TSE anunciar a vitória de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil, o político ignorou a grande imprensa e fez um pronunciamento nas redes sociais. Sua opção incomodou a Rede Globo, que reclamou da “quebra” de protocolo.

Minutos depois, Bolsonaro foi para a frente de sua casa, onde um repórter representando um pool de emissoras da TV aberta e também de canais pagos mostraria a primeira declaração oficial do 38º presidente do país. Porém, antes de falar, o capitão reformado participou de uma roda de oração, puxada pelo senador Magno Malta.

Tudo foi transmitido ao vivo em rede nacional de televisão. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem as mãos de Deus”, enfatizou Malta durante sua prece. Também citou o texto bíblico de João 8:32 – “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” – adotado como slogan de campanha por Bolsonaro.

A jornalista Mirian Leitão, da Globo News, disse que aquilo gerava “um pouco de preocupação” porque, enfatizou, separar Estado de Igreja é fundamental”.

“O Estado brasileiro é laico. Um grupo de cristãos… Aquilo [a oração] cria um pouco de preocupação. O compromisso de um estado laico é fundamental. É conquista da reforma protestante, inclusive. Separar Estado de Igreja é fundamental”, destacou Leitão.

Não é a primeira vez que a jornalista reclama do fato de Bolsonaro falar sobre sua fé. Em um texto publicado no jornal O Globo, ela reclamou da aproximação dele com pastores. “Essa mistura jamais dará um bom resultado. Púlpito e palanque devem estar distantes”, escreveu. Também avalia que “O uso da Bíblia e da religião serve para atemorizar ou enganar eleitores. Isso ameaça a soberania do voto”. :: LEIA MAIS »

Cresce o número de protestos contra legalização do aborto no Brasil


Imagem: Luciney Martins

No último domingo (30), milhares de pessoas se concentraram na Av. Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo, para uma caminhada até a Praça da Sé. Muitas famílias, crianças, jovens, religiosos e organizações pró-vida saíram com lenços azuis no pescoço, faixas e bandeiras.

Mesmo debaixo de forte chuva os manifestantes levantaram faixas que diziam “Vida sim, aborto não!” ou “Salvemos as duas vidas”, em alusão à defesa tanto da mulher quanto do feto em formação.

A marcha reuniu pelo menos 15 mil pessoas, segundo os organizadores. A iniciativa faz parte da chamada “onda celeste latino-americana” que já aconteceu em vários países. Na Argentina o movimento reuniu milhões e conseguiu pressionar o Senado para que não aprovasse a legalização do aborto.

Ana Valoy, pastora que ajudou a coordenar as marchar por lá, reclamou da morosidade da Igreja, que não se posicionou como deveria. “Acho que ainda precisamos de muita conscientização, ensinando os cristãos a deixar a apatia e a indiferença de lado. Muitos pastores não quiseram que as pessoas faltasse aos cultos para estar conosco nas marchas aos domingos. A maioria não se ‘atreveu’ a pregar sobre isso. Agora, quando viram os resultados é que foram falar algo sobre o aborto. Infelizmente, muitos deles não querem usar seus púlpitos para falar de ‘questões seculares’ “, avaliou. :: LEIA MAIS »

Crianças chinesas são forçadas a negar sua fé

Criança chinesa na escola
Criança chinesa na escola. (Foto: Getty Images)

Mais de 300 crianças cristãs que estudam em duas escolas, na província de Zhejiang, na China, tiveram que preencher um formulário negando sua fé cristã. Na primeira escola, onde há cerca de 200 estudantes cristãos, a professora exigiu que eles reescrevessem suas respostas, afirmando que não tinham “nenhuma religião”.

Na outra escola, que tem cerca de 100 crianças, foi o coordenador da sala que forçou os cristãos a responder que não tinham nenhuma fé.

“É normal que as escolas peçam aos pais para preencher fichas onde constam perguntas sobre a fé da família quando a matrícula é feita pela primeira vez, e isso nunca foi um problema”, explicou o colaborador.

Mas, segundo ele, tudo indica que os formulários distribuídos aos alunos fazem parte de um plano para identificar os estudantes cristãos e pressioná-los. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia