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:: 4/jun/2018 . 14:01

Organização terrorista Hezbollah lava dinheiro no Brasil, aponta estudo

Hezbollah
Classificado como um grupo terrorista pelos EUA, Hezbollah exerce enorme influência política no Líbano. (Foto: Reuters)

A milícia libanesa Hezbollah, considerada pelos Estados Unidos e por Israel um grupo terrorista, está formando um “miniestado de lavagem de dinheiro” na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. A denúncia está em um estudo publicado pela consultoria Asymmetrica e pela ONG Projeto Contraextremismo.

Segundo a análise, a crise na Venezuela e a inflação na Argentina, bem como a corrupção enraizada na região e a falta de fiscalização, ajudam a prosperar uma economia ilícita que gira em torno de US$ 43 bilhões por ano.

A conhecida facilidade para lavagem de recursos obtidos ilegalmente, através do mercado negro de cigarros, o narcotráfico, o tráfico de pessoas e as vendas ilegais de armas atraíram organizações criminosas de todo o globo para a região, destaca o relatório. O ponto focal citado no relatório é na área que liga Foz do Iguaçu (Paraná) com as vizinhas Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazu (Argentina).

Stuart Page, um dos autores do relatório, pontua que “A tríplice fronteira tornou-se um epicentro, ou um shopping, onde eles encontram todos os bens e dinheiro ilícitos que precisam para financiar suas operações”.

Denúncias do tipo não são novidade, mas enquanto o Brasil não toma nenhuma medida para reforçar a segurança na sua área de fronteira, a questão voltou a chamar a atenção da Casa Branca, que tem tomado ações mais duras na contenção do terrorismo. :: LEIA MAIS »

Conselho de Comunicação aprova parecer sobre notícias falsas

Para subsidiar o debate na Câmara e no Senado, o Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional, aprovou hoje (4) o parecer da comissão de relatoria sobre propostas em tramitação que tratam das fake news, notícias falsas espalhadas pela internet.

Ao todo, 14 propostas sobre o tema tramitam no Congresso: são 13 na Câmara e uma no Senado. No relatório aprovado por sete votos a quatro, o conselho preferiu não explicitar uma posição clara contrária ou favorável à aprovação das propostas e, por isso, foi criticado pela conselheira Maria José Braga, que apresentou um relatório alternativo no qual recomendava a rejeição de todas as propostas.

Novo crime

“Esses projetos simplesmente criam um novo crime, que é a divulgação de notícias falsas e achamos isso perigoso, mesmo que esteja previsto que dependerá de avaliação do Judiciário. Nós temos um Judiciário capilarizado, com juízes de primeira instância atuando livremente no país como deve ser, mas uma lei imprecisa pode gerar interpretações diversas. Isso sim, pode acarretar em censura e criminalização de um cidadão comum que, de boa-fé, sem nenhuma má intenção, compartilhou uma notícia fraudulenta” disse a conselheira que foi vencida na discussão.

O coordenador da comissão de relatoria lembrou que os projetos analisados são muito diversos e que deixou claro no seu voto que eles “não atendem toda a complexidade do tema”.

Apesar disso, o conselheiro Miguel Santos disse que a rejeição não foi defendida porque as propostas ainda estão em fase inicial de discussão na Câmara e ainda podem ser aperfeiçoadas. Ele também não descartou nova manifestação do conselho sobre o tema a medida em que a discussão em torno das propostas avançarem. :: LEIA MAIS »



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