Helga Cirino & | A Tarde

Aconteceu, na manhã desta terça-feira, 30, no Fórum Criminal de Lauro de Freitas, mais uma audiência do caso do soldado da aeronáutica que atropelou uma família, deixando duas pessoas mortas e uma ferida. O acidente aconteceu em Ipitanga, em dezembro do ano passado, durante um suposto “pega”.

O soldado Alisson Luis dos Santos Maia, que responde ao processo em liberdade, repetiu a versão apresentada nas audiências anteriores, de que teria perdido o controle do carro por conta da falta de sinalização na pista e da grande quantidade de areia. Por conta disso, o carro teria capotado e atropelado as pessoas da família que caminhava na calçada.

O advogado de defesa, Joaquim Ferreira, defende que se tratou de homicídio culposo. Já o advogado de acusação afirma que Alisson cometeu homicídio doloso e defende que o réu vá a juri popular.

Entenda o caso – Em dezembro do ano passado, o soldado Alisson Luis dos Santos Maia atropelou uma mãe e dois filhos na Rua Ibitiara, em Itpitanga, Lauro de Freitas, quando caminhavam pela calçada. A comerciária Adriane Aparecida Urbano Gomes, 41 anos, e a filha Dyane Dias Gonçalves, 23, morreram por hemorragia interna e politraumatismo. O outro filho de Adriane, Thiago Dias Gonçalves, de nove anos, ficou internado por seis meses. O Ministério Público Estadual denunciou o soldado por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
* Com redação de Clarissa Pacheco, do A Tarde On Line