O procurador geral de Justiça da Bahia, Wellington César Lima e Silva, assegurou que, até amanhã (16), dará uma resposta à bancada de oposição na Assembléia Legislativa sobre os processos movidos contra o governo estadual apontado irregularidades nos contratos com o Banco do Brasil, para a administração da folha de pessoal dos servidores, e o que possibilitou a reforma do hospital Eládio Lasserre, em Salvador. Em encontro com o deputado estadual Carlos Gaban (DEM), que encabeçou as duas representações, o procurador informou que vai determinar uma apuração criteriosa das denúncias.

Gaban acredita que o Ministério Público da Bahia vai agir para impedir que o novo contrato com o Banco do Brasil prejudique o estado e os servidores. “O governo fez ilegalmente um destrato e um novo contrato com a mesma finalidade, com um valor muito abaixo do que manda as taxas de mercado, e ainda obriga os servidores a só tomarem empréstimo nesse banco que tem uma das taxas de juros mais altas do mercado. Não podemos permitir que isso aconteça”, ressaltou o deputado. “Os servidores precisam ter liberdade de escolha e nenhuma instituição financeira pode receber privilégios do estado”, acrescentou.

No caso do Eládio Lasserre, em Cajazeiras, Gaban lembrou que a ilegalidade já foi cometida, já que as obras foram executadas. “Temos uma empresa que foi contratada para gerir o hospital e, ao mesmo tempo, fazer as obras de reforma, o que fere a legislação, como já apontou o próprio Ministério Público no edital do Hospital da Chapada, que foi alterado depois que denunciamos a mesma ilegalidade. Temos configurado o crime de improbidade administrativa”, declarou Gaban.

 
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Deputado Gaban
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