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Luiz Henrique Romão, o Macarrão, chegou à Divisão de Investigações de Belo Horizonte (MG), na manhã desta quinta-feira, com a cabeça raspada
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Depois de mais de três horas com os oito envolvidos no inquérito sobre o desaparecimento de Eliza Samudio dentro do Departamento de Investigações, a Polícia Civil revelou, no final da manhã desta quinta-feira (29), que não realizou o procedimento de identificação criminal dos suspeitos, como havia anteriormente divulgado.

Por meio da assessoria de imprensa, a polícia informou que o goleiro Bruno e os outros envolvidos fizeram apenas o preenchimento de um Formulário de Vida Pregressa. Trata-se de um procedimento legal, segundo a polícia, em que eles devem informar dados como estado civil, local de residência, trabalho e se têm antecedentes criminais. Tal procedimento seria para a conclusão do inquérito.

Representantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) foram solicitados pelo advogado da maioria dos suspeitos, Ércio Quaresma, que disse ter sido inteirado a respeito da alteração do procedimento por informantes.

Nesta quinta-feira (29), todos os oito suspeitos de envolvimento no caso (Bola, Bruno, Coxinha, Flávio, Elenilson, Macarrão, Dayane, Sérgio e o menor) foram ao DI para que fossem recolhidas as impressões digitais para identificação criminal.

Eliza está desaparecida desde o início de junho e foi vista pela última vez, segundo testemunhas, no sítio de Bruno, em Esmeraldas (MG). O goleiro, a ex-mulher dele, o melhor amigo e outras cinco pessoas estão presas como suspeitas de sequestro e morte. Um menor de 17 anos, que é primo de Bruno, revelou detalhes do crime, mas mudou de versão quatro vezes. Ele está detido no Ceip (Centro de Internação Provisória) do Horto, em BH. Todos alegam inocência.

Cabeça raspada

A Secretaria Estadual de Defesa Social confirmou que Bruno cortou os próprios cabelos antes de deixar a Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, com uma máquina emprestada.

Ele tomou a iniciativa porque estaria com receio de que seus cabelos fossem utilizados em um exame de DNA para teste de paternidade do filho de Eliza. Macarrão também teve a cabeça raspada, a pedido próprio.

O pai de Eliza Samudio, Luiz Carlos Samudio, também está no DI. Ele viajou de Foz do Iguaçu (PR) para acompanhar o trabalho da Polícia Civil sobre o desaparecimento da filha, segundo informações repassadas à Rede Record. Ele prometeu dar uma entrevista coletiva à imprensa assim que sair do departamento.