Foram ouvidas na quinta-feira, 17, em Porto Seguro, novas testemunhas de acusação sobre a morte dos professores da APLB/Sindicato Álvaro Henrique Santos, 28, e Elisney Pereira Santos, 31, em setembro do ano passado.

Durante a saída dos acusados, depois de quase nove horas de audiência, houve embate entre policiais e professores. Os PMs, que faziam a escolta, usaram spray de pimenta para acalmar os manifestantes.

Manifestantes pediram justiça e enfrentaram a polícia, que usou spray de pimenta. Foto:  Joá Souza/Agência A TARDE.

O chefe de investigação da 23ª Coorpin, José Raimundo Rosário, relatou, em seu depoimento, que os PMs Sandoval Barbosa dos Santos, Geraldo Silva de Almeida e Joilson Rodrigues Barbosa; e o ex-secretário de Comunicação e Governo de Porto Seguro, Edésio Lima Dantas, se tornaram suspeitos do crime por conta de constantes trocas de números de telefones celulares, além de denúncias anônimas contra eles.

Desde o início da audiência, não é permitida a presença da imprensa com aparelhos de gravação. Doze testemunhas de acusação já prestaram depoimento. Serão ouvidas nesta sexta-feira, 18, as testemunhas de defesa (15). A previsão é que a audiência dure até a próxima segunda, 21. A Semana