O seqüestro aconteceu na tarde desta segunda-feira (10/05), às 15h45, na Rua João Pessoa, Bairro Santo Antonio do Monte, região norte de Itamaraju, quando a doméstica Joilma Santos de Oliveira, 20 anos de idade, estava do quintal de sua casa com o seu filho, uma criança de 1 ano e 11 meses, juntamente com o seu esposo.

De imediato um veículo Volkswagen Gol, de cor vermelha, quatro portas, parou em uma esquina e desceram três homens fortemente armados, sendo que um deles entrou pelo quintal do imóvel e foi logo dizendo que queria a criança. Joilma disse que ao perceber que a pessoa que estava armada era um homem que ela já conhecia no passado, deixou o seu filho e correu com medo de ser assassinada.

A mãe da criança contou na Delegacia da Polícia Civil, onde foi formalizada uma ocorrência policial, que correu em direção a uma área íngrime que existe nas proximidades de sua casa, ficando lesionada devido a uma cerca de arama farpado que teve de pular. Os outros dois homens deram cobertura durante toda a ação e de posse da criança o sequestrador entrou no veículo e os três evadiram-se do local sem deixar pistas.

Joilma disse que o homem que seqüestrou o seu filho é Riuller Bingler Jardim Carvalho e os que estariam com ele seriam Islan Maicon Jardim e Tiago Silva, todos da cidade de Eunapolis, e supostamente já com passagens pela Polícia Civil. 

A doméstica Joilma Santos de Oliveira, 20 anos de idade, ainda disse que no passado namorou Riuller, conhecido por “Tete”, e que este acha que o menino é seu filho. “Fui abandonada por “Tete” há mais de dois anos e ele chega agora seqüestra o meu filho e ainda tenta me matar”, disse. Joilma relatou que o menino não é filho do seqüestrador.

O delegado Gean Nascimento, titular da Polícia Civil de Itamaraju, já determinou investigações no sentido de encontrar a criança e trazê-la de volta para o convívio de sua mãe. O investigador Felipe Mendes, chefe do Serviço de Investigação (SI), já entrou em contato com outros policiais civis de Eunápolis, com o objetivo de prender os seqüestradores.   

Por Ronildo Brito e Lênio Cidreira/ Teixeira News