O delegado Rafael Zanini, responsável pelas investigações sobre a morte de Joaquim Nogueira Neto e da amiga dele Clarice Lerman, pediu nesta terça (27) a quebra do sigilo telefônico do estilista. Os corpos de Joaquim, de 55 anos, e da socialite, 62, foram encontrados na última quinta (22), em Arrail D’Ajuda, litoral de Porto Seguro.

De acordo com O Globo, o pedido de quebra do sigilo telefônico foi encaminhado ao juiz da comarca de Porto Seguro, Roberto Costa de Freitas. A polícia levantará o histórico das chamadas feitas e recebidas no cinco dias antes da morte do estilista para identificar se ele estava recebendo ameaças por telefone

A suspeita da polícia é de que Joaquim tenha sido assassinado por uma pessoa próxima dele. A socialite teria presenciado a morte do amigo e morta em seguida. O corpo dela foi encontrado pela empregada que fazia a limpeza da casa do estilista uma vez por semana. O corpo de Joaquim foi encontrado pela polícia nos fundos da casa.

As vítimas apresentavam sinais de perfuração no rosto e no pescoço, e estariam mortas há cerca de dois dias. A suspeita de latrocínio foi descartada já que nenhum pertence foi roubado da casa. Para o delegado, hipótese de assassinato seguido de suicídio também foi rejeitada, pois o estilista estava nu, com as mãos amarradas e dentro do banheiro. Do Correio