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Escritora e colunista JUDITH JABUR DE MOURA se mata com um tiro na cabeça em Itapetinga


IMORTAL DA ACADEMIA ITAPETINGUENSE DE LETRAS, JUDITH TÊM 08 LIVROS ESCRITOS: Diálogo Silencioso, Face Real, Suando Medo, Nunca Mais, Luzes no Sertão, Nas Asas do Silêncio, Sonhos e Amanhecer e Histórias e Causos de Itapetinga.

Suicidou-se com um tiro na cabeça a Escritora e Poetiza JUDITH JABUR DE MOURA, 64 anos. Judith morava na Avenida Pompílio Espinheira 228. A polícia suspeita que a mesma tenha praticado o suícidio entre às 10:00 h. às 12:00h. da manhã. Segundo informações da família por volta dás 12:00 h. o marido da escritora Jayme Fernandes Moura chegou em sua residência e não à encontrou, porém ao ver a porta do quarto fechada acreditou que ela pudesse se encontrar descansando. Por volta dás 14:00 h. ele à chamou e encontrou a porta do quarto do casal ainda trancada, tentando acordá-la chamou ainda por repetidas vezes, ligando inclusive para o celular de Judith, que de dentro do quarto era ouvido tocando. Jayme, preocupado, ligou para o médico particular de sua esposa, acreditando que ela pudesse estar tendo problemas de saúde, porém, por volta dás 15:00 h. ele acabou por arrombar a porta do quarto encontrando a escritora morta sobre a cama, de camisola. Judith possuía uma perfuração no lado direito da cabeça, proveniente de um disparo de arma de fogo. A arma foi encontrada sobre a cama.

O SUÍCIDIO
A morte de Judith Jabur, em virtude das evidências, vem sendo tratada pela polícia como suicídio. Provavelmente ela se encontrava sentada na cama, com as pés apoiados sobre o chão no momento em que se matou com um tiro na cabeça. Quando encontrada pelo esposo, parte do seu corpo estava deitado sobre a cama.
Segundo informações de amigos e familiares por repetidas vezes a escritora falava em se suicidar, já tendo tentado se matar anteriormente. Guardava consigo um revólver Cal. 38 taurus, de duas polegadas, o conhecido Bull Dog. Dias atrás ao tentar adentrar no Banco do Brasil teve o alarme soado instantaneamente com a sua entrada, chamada pelos seguranças para ter a bolsa checada ela se recusou a dar a bolsa, mandando que chamassem um funcionário do banco, que acabou por autorizar a sua entrada sem revista.
A escritora nas últimas semanas se encontrava cabisbaixa e deprimida e o seu estado foi se agravando até ocorrer o fato de hoje. Judith é proprietária da Loja LACQUA DE FIORI localizada na Rua José Bonifácio, Centro de Itapetinga.
Abril 07, 2010

IMORTAL DA ACADEMIA ITAPETINGUENSE DE LETRAS, JUDITH TÊM 08 LIVROS ESCRITOS: Diálogo Silencioso, Face Real, Suando Medo, Nunca Mais, Luzes no Sertão, Nas Asas do Silêncio, Sonhos e Amanhecer e Histórias e Causos de Itapetinga. 

Suicidou-se com um tiro na cabeça a Escritora e Poetiza JUDITH JABUR DE MOURA, 64 anos. Judith morava na Avenida Pompílio Espinheira 228. A polícia suspeita que a mesma tenha praticado o suícidio entre às 10:00 h. às 12:00h. da manhã. Segundo informações da família por volta dás 12:00 h. o marido da escritora Jayme Fernandes Moura chegou em sua residência e não à encontrou, porém ao ver a porta do quarto fechada acreditou que ela pudesse se encontrar descansando. Por volta dás 14:00 h. ele à chamou e encontrou a porta do quarto do casal ainda trancada, tentando acordá-la chamou ainda por repetidas vezes, ligando inclusive para o celular de Judith, que de dentro do quarto era ouvido tocando. Jayme, preocupado, ligou para o médico particular de sua esposa, acreditando que ela pudesse estar tendo problemas de saúde, porém, por volta dás 15:00 h. ele acabou por arrombar a porta do quarto encontrando a escritora morta sobre a cama, de camisola. Judith possuía uma perfuração no lado direito da cabeça, proveniente de um disparo de arma de fogo. A arma foi encontrada sobre a cama.

O SUÍCIDIO
A morte de Judith Jabur, em virtude das evidências, vem sendo tratada pela polícia como suicídio. Provavelmente ela se encontrava sentada na cama, com as pés apoiados sobre o chão no momento em que se matou com um tiro na cabeça. Quando encontrada pelo esposo, parte do seu corpo estava deitado sobre a cama.
Segundo informações de amigos e familiares por repetidas vezes a escritora falava em se suicidar, já tendo tentado se matar anteriormente. Guardava consigo um revólver Cal. 38 taurus, de duas polegadas, o conhecido Bull Dog. Dias atrás ao tentar adentrar no Banco do Brasil teve o alarme soado instantaneamente com a sua entrada, chamada pelos seguranças para ter a bolsa checada ela se recusou a dar a bolsa, mandando que chamassem um funcionário do banco, que acabou por autorizar a sua entrada sem revista.
A escritora nas últimas semanas se encontrava cabisbaixa e deprimida e o seu estado foi se agravando até ocorrer o fato de hoje. Judith é proprietária da Loja LACQUA DE FIORI localizada na Rua José Bonifácio, Centro de Itapetinga.
JUDITH JABUR DE MOURA – UMA IMORTAL ESCRITORA DA ACADEMIA ITAPETINGUENSE DE LETRAS

(entrevista de Judith Jabur ao Manga Rosa Tv)
Judith Jabur nasceu em Vitória da Conquista, Bahia, em 8 de outubro de 1945, residindo há 32 anos em Itapetinga, casada com o pecuarista Jayme Fernandes de Moura. É escritora romancista com Diálogo Silencioso e Face Real, publicados, e os romances: Suando Medo, Nunca Mais e Luzes no Sertão, inéditos. É também poetisa, com três livros inéditos: Nas Asas do Silêncio, Sonhos e Amanhecer. A escritora escreveu uma bela narrativa da historia de Itapetinga no livro História e Causos de Itapetinga vol 1 e vol 2.
Semanalmente assinava a coluna social DICAS MANIAS E CHARME no jornal Dimensão. É membra da Academia Itapetinguense de Letras de Itapetinga.

O corpo da Escritora foi conduzido na tarde de hoje para a cidade de Vitória da Conquista, pelo agente do DPT Bruno. Lá está sendo necropciado. Segundo a familia o velório ocorrerá a partir da meia noite de hoje no Cerimônial Pax Perfeição, localizado na Avenida Cinquentenário.

Itapetinga Agora

 

1 resposta para “Escritora e colunista JUDITH JABUR DE MOURA se mata com um tiro na cabeça em Itapetinga”

  • a dor e a perda de alguem q mt nos dxou a saudade de sua cia e a beleza coms eu sorriso largo sempre estampado no rosto triste e infeliz de uma mulher forte e fragil.
    era notavel a sua necessidade de conhecer melhor a Deus, mas na sua ignorancia cometeu um ato de dor e perda.
    sentimentos que se foram, a vida de uma mulher q Deus concebeu esperando louvor e gloria, e o mundo sitante e sombrio a tirou do nosso convivio.
    perdemos alguem que viramos as costas por negligencia de dar um ombro amigo e uma palavra de Deus p que a verdade tivesse chegado ao conhecimento a tempo.
    se foi e nao mais voltara, pq do po veio e a ele retorna…
    morrer sem Cristo é morrer sem ter a vida eterna!

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