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Seis homens assaltam Correios e Banco do Brasil de Mucugê


O município de Mucugê, na região da Chapada Diamatina, foi alvo da ação de uma quadrilha de assaltantes na manhã desta quinta-feira (1º). Seis homens armados invadiram a cidade e assaltaram o Banco do Brasil e a agência dos Correios, onde também funciona o Banco Bradesco.

Foram levados seis malotes de dinheiro do BB e outros quatro malotes dos Correios. De acordo com a TV Bahia, o grupo fugiu em direção ao município de Vitória da Conquista, no centro sul do estado, levando reféns.

Policiais da Delegacia da cidade estão fazendo buscas na região neste momento.

Correio

7 respostas para “Seis homens assaltam Correios e Banco do Brasil de Mucugê”

  • Antonio Carlos disse:

    O assalto ao banco de Mucugê
    Dia de feira em Mucugê.
    Adiantada, para não coincidir com a Sexta-Feira Santa, essa quinta animava-se com a multidão que acorreu aos mercados, barracas, botecos. E era dia de pagamento de um tal “benefício” , o que fez com que dezenas de velhinhos ficassem em fila diante dos dois caixas automáticos, no saguão da agência do Banco do Brasil. Uma funcionária ajudava os velhinhos a sacarem o benefício.
    Vindo da cidade de Wagner, a uns 150 km dalí, uma Topic (van) é parada na estrada, num local próximo a Andaraí . Uma meia dúzia de homens armados entra no transporte, tranqüiliza os passageiros, não rouba ninguém e segue até Mucugê. Pedem para parar em frente ao Banco do Brasil. São seguidos por um carro preto que leva outra parte da quadrilha( vamos chamá-la assim).
    Uma parte deles parece ter dormido na cidade e, segundo algumas testemunhas não muito confiáveis, até participaram de alguma farra, véspera de feriado… .
    A Delegacia de Polícia, que fica ao lado do Correio, tudo alí bem pertinho do BB, estava equipada com dois policias militares, colete à prova de balas, armas, o escambau. Acho que mais um ou dois estavam dentro da pequena repartição, desde quando cheguei para fazer minha feira e tentar comprar um ovo de Páscoa.
    Onze da manhã, auge da feira baiana do interior, dois ou três entram na Delegacia, metem uns tiros de revolver para dentro e os policiais se refugiam lá pelos fundos. Testemunha de primeira afirma que umaq mulher participou da ação na delegacia: Depois de atirar,tirou o capuz,e balançou os cabelos! Notei aí uma certa preocupação com a elegância! Mais uns tiros no banco, pra mostrar que quebra, e o resto foi tranqüilo.
    Alguns encapuçados, uns negões altos, e outros sem capuz. Tinha até um de bermuda. Tinha também um baixinho mais arretado, é o que me contou quem viu da praça.
    Durou um tempão. Uma hora. Parece que havia algum treco no banco que demorava a abertura do cofre.
    Uma pessoa passou mal e um dos assaltantes largou a ação do banco, levou o cara até o hospital, que fica ali pertinho, e voltou.
    Antes de saírem do local, de posse de umas bolsas de moedas, saíram à rua e atiraram as “nicas” ao povo. Dada a confiança que os bandidos até aí já tinham conquistado, não deu outra: Um montão de gente catando as nicas. “É dinheiro do Governo”, gritou o que jogava. Pensei, dalí da porta do mercado onde me encontrava: Vai melhorar o troco na cidade. Tava difícil! Mas logo me dei conta que uma boa parte dos catadores iria guardar as moedas de recordação, o que praticamente não alteraria a moleza costumeira do mercado local.
    No tal supermercado, muita tensão. Muito medo. O funcionário do Correio é irmão do dono do estabelecimento e foi levado como refém. Ninguém para passar minha compra… . Comoção geral, algumas ameaças sérias de desmaio. Mas lá na praça o clima era cada vez mais normal. Tava difícil saber se já tinha acabado a ação. Fui várias vezes lá fora: Lá estavam os encapuçados. Parecia um teatro, as máscaras negras meio carvalescas, surreal. Os comerciantes e, vamos dizer, a classe média da cidade, muito assustada, como se realmente fosse com eles.
    O povo da roça, que veio para a feira, olhava tudo mais de perto da cena. Um olhar antigo, como se voltassem os bandos de cangaceiros, a Coluna Prestes ou as forças governistas, arregimentadas pelo Cel. Horácio de Matos. Um olhar de respeito e distância, como se não fosse assunto seu, como sempre. Mas não de medo. Daí a catação de nica ser tão rápida e eficiente. Fui procurar depois, pra ver se achava alguma…nada!
    Deram mais uns tiros, pra anunciar o fim da ação, e fugiram levando dois reféns: O gerente do banco e o funcionário do Correio. O carro, que ele próprio dirigiu, levou alguns da quadrilha. “Esse carro é seu?”, lhe perguntaram. “Não, é de uma amiga”. “Tem seguro?” “Tem.” Pra terminar: Queimaram o carro logo adiante, sobre uma ponte que liga a cidade ao sul, direção a Vitória da Conquista, e liberaram os reféns.
    Cabô.

  • cláudia disse:

    ESTAMOS EM MOMENTOS TRISTES, SENTIMOS DESPROTEGIDOS E AMEDRONTADOS.PRECISAMOS DE SEGURANÇA, CIDADÃOS DO BEM EM PLENA FEIRA, TRABALHO, PAGAMENTO DE SUAS CONTAS SE TORNAM REFÉNS.É UMA INJUSTIÇA A FORMA QUE AS POLICIAS AGEM.

    ATT: CLÁUDIA RODRIGUES.

  • kathia mezadre disse:

    primeiro: o texto é dinamico maravilhoso, o erro é pensar que em um pequeno municipio retirado da capital nao pode ocorrer um assalto dessa categoria, parece que estamos no tempo do velho oeste depois tem a politica que se elege numa pequena cidade com promessas que nao sao cumpridas e como eles tem casas fora da cidade a segurança fica de lado é isso que aconteçe com o povo qd nao escolhe bem, mas quem seria o certo? a policia que suporte tem para rebater é… muito dinheiro se gastou na politica para nada ser feito em 4 anos ja se passaram 1 ano e vejo lá pior do que era!

  • Carlão Bahia disse:

    1º de Abril….Dia da mentira não foi, esse assalto aconteceu mesmo. Estava em Mucuge quando aconteceu esse assalto, mas não no centro mas fazendo uma trilha para Cachoeira das Andorinhas com o Augusto (guia e morador da cidade), até cheguei a perguntar para ele se a cidade é segura durante a caminhada sem saber então que ocorria o assalto. e ele me dizia que a cidade é segura e acontecimentos mais frequentes eram de bebedeiras e coisas simples de acontecer.
    Quando retornamos ao centro, pelas 16 hs, fomos pegar um mapa e passamos no centro de Mucuge, notamos que tinha uma movimentação de policiais junto a farmacia no centro em frente ao posto policial, mas nem questionamos e nem notamos algo de diferente, apenas quando chegamos ao supermercado para tomar uma Coca (pois estavamos com muita sede) é que nos contaram sobre o assalto: Cortaram a linha telefonica da cidade (em Mucuge não pega celular, apesar de ter instalado a torre de transmissão), eram 10 a 15 ladroes, atiraram nos pneus da viatura que estava parado na frente do posto policial, e assaltaram o Banco do Brasil e o Posto do Correio, atiraram moedas no centro da rua, disseram até que um dos assaltantes dançaram a música “Rouboleishom”. Ao irem embora levaram refens com o carro da vítima e ainda perguntaram se o carro tinha seguro, confirmado pelo mesmo, depois de sairem da cidade, sobre uma ponte colocaram fogo no carro, antes disso soltaram os reféns.
    A noite estava passando pelo centro da cidade de novo, a cada grupo que passava (o assalto era o centro dos comentários)cada um contava a seu jeito o que aconteceu no assalto…aliás dia Primeiro de Abril de 2010…………………… Quando voltar novamente nessa cidade, caso esqueça o dia que estive pela última vez aqui em Mucugê é só perguntar do assalto, pois o último antes desse foi a 12 anos atrás……..ohh memória do povo.

  • sonival disse:

    Assaltos acontecem em todos os lugares do Brsil, e no interior da nossa Bahia não é diferente. Infelismente nosso interior, chapada diamantina tão “tranquila” está muita desprotegida pelo poder público. A maioria das cidades têm pouquissímo número de Policiais e são pouco valorizados pelos serviços prestados. Acorda Brasil, acorda Bahia, acorda povo….

  • Bruna disse:

    Estava na Sprinter (van) que faz linha da cidade de Wagner ao distrito de Cascavel, municipio de Ibicoara Bahia, quando retornava de Cascavel, ao subir uma ladeira perto do rio Piabas, fomos abordados por grupo de Homens fortemente armandos que utilizavam um veículo Corolla, de cor preta, confesso nunca ter visto tantas armas em minha vida, porque o Corolla, transportava 7 (sete) integrantes de uma quadrilha e cada um deles portava duas pistolas e uma metralhadora, contando ainda com uma arma longa a qual o motorista da Sprinter diz ser um fuzil, o mesmo foi abordado por 2 ( dois ) homens que colocaram duas pistolas e uma metralhadora em sua cabeça e o fez retornar a cidade de Mucugê, exigindo do motorista que andasse em alta velocidade debochando pedindo que chegasse logo ao destino “para que não acabasse o dinheiro do banco”. Todos nós que estavamos na Sprinter ficamos aterrorizados mais os bandidos com pouco diálogo procurava nos tranquilizarmos, afirmando que não faria mal a nenhum dos 21 (vinte um) passageiros que se encotravam na Sprinter. Durante o percusso os assaltantes exigia do motorista que andasse rápido sendo que o mesmo não poderia dar nenhum sinal e nem sequer utilizar os freios do carro.
    Em conversa do motorista com os assaltantes pude perceber que eles fizeram um assalto em plena Goiânia e em outras cidades da Bahia inclusive em Iraquara respondendo assim a uma pergunta do motorista, segundo eles eram todos de São Paulo e Rio de Janeiro e que os coletes deles eram de uma resistencia superior ao da Polícia e que as balas que utilizavam rompiam os coletes da polícia.
    Após uns trinta minutos de transtorno e despero de nós passageiros e tranquilidade só do motorista que tentava nos tranquilizar e pedindo aos assaltantes para que não usassem de violencia com nós passageiros os mesmos garantiram que nada iria acontecer com ninguém. Chegamos na cidade de Mucugê os assaltantes exigiram do motorista que parasse em frente ao complexo Policial onde chegaram atirando contra os policiais que ali se encontravam dando vários tiros, mais os policiais foram mais rápidos que eles fecharam as portas do complexo e fugiram pelos fundos assim sendo parte dos os assaltantes recuaram sendo que na Sprinter se encontravam 4, 3 continuaram no Corolla, que já agiam no Banco do Brasil em seguida os assaltantes ordena o motorista para não descer do carro e continuar com o carro em funcionamento, solicita do motorista para que nos fizesse descer do veículo utilizando-nos como reféns, fazendo-nos entrar no complexo onde pensavam encontrar os policiais que agiram de forma inteligente e protegendo as nossas vidas.
    Depois de uns 35 minutos de ação os assaltantes que estavam no Corolla retornam com mais um veículo e discute com parte do grupo que ficou com nós os reféns por não ter ido com o grupo embora.
    Confesso que é a mais pura verdade da parte que vi e participei não podendo relatar nada do que aconteceu no Banco do Brasil, uma vez que fiquei presa sob a mira de armas dentro do complexo policial.
    Parabenizo a policia local por ter preservado nossas vidas e em especial ao motorista por agir com prudencia e não ter em nenhum momento demosntrado fraqueza de espirito e ter intercedido junto aos bandidos por nossas vidas.

    Esse falto realmente aconteceu em 1º de abril mas confesso que tudo aqui que relatei é a mais pura verdade!

  • Antonio Carlos disse:

    Se os jornalistas tivessem o cuidado de ouvir testemunhas confiáveis, como as que escreveram aqui seus relatos, as noticias dos jornais e televisão dariam informações verdadeiras e permitiriam que as pessoas pudessem refletir sobre elas. Ao contrário, o que acontece é servirem-se das “notícias” para reforçarem o ponto vista dos editores, moldando as informações ao seu gosto.
    Desses relatos dá pra fazer uma bela matéria!
    Parabéns à Bruna. Gostaria de saber seu e-mail.

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